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Rally Erechim

Rally de Erechim começa em alta velocidade

Primeiro dia de prova teve treino para ajustar as máquinas para mais de 160 quilômetros de prova

O Erechim Rally Brasil abriu na manhã desta sexta-feira, 25, sua programação de corrida. A primeira atividade foi o shakedown, ou treino de ajuste para as equipes. Muitos brasileiros usaram a passagem por uma pista de pouco mais de 5 quilômetros de distância para seus acertos. Mas quem usou ao máximo o tempo, foram os pilotos e navegadores estrangeiros.

Gustavo Saba, do Paraguai e três vezes vencedor da prova de Erechim, disse na coletiva de imprensa, à tarde, que a prova de Erechim é sempre um desafio a mais e exige muito cuidado para conseguir chegar a um bom resultado.

“Já tivemos problemas no passado nesta corrida, são especiais com grau de dificuldade grande e onde é preciso estar sempre muito atento”, salientou. O brasileiro e líder do Campeonato Gaúcho, Fábio Dall Agnol, também usou o treino desta manhã para acerta o Mitsubsihi Lancer. “Erechim é um rali muito desafiador, a gente já conquistou bons resultados aqui, mas é preciso estar sempre muito concentrado. Esperamos que no domingo, mais uma vez possamos estar no pódio e entre os melhores da corrida”, frisou na coletiva de imprensa.

Aliás, na conversa com os jornalistas, o piloto erechinense Rafael Karpinski, que faz sua primeira temporada no esporte, disse ser “um sonho poder correr em casa”. “Eu já tinha andado uma corrida aqui como navegador, mas como piloto está sendo realmente sensacional”, disse.

Na coletiva desta sexta, Claudio Pagliosa, presidente do Erechim Auto Esporte Clube e comitê organizador, o presidente da Comissão Sul-americana de Rali da Codasur, Andrés Dupont, o presidente da Comissão Nacional de Rali, da CBA, Haroldo Scipião e o secretário de Obras de Erechim, Vinicius Anziliero também falaram sobre o evento.

Destacaram as dificuldades em relação as paralisações de caminhoneiros em todo o país, algo questionado pelos jornalistas. “Devemos pontuar que nenhuma equipe deixou de vir para Erechim devido ao movimento, o qual consideramos legítimo e somos solidários”, destacou Pagliosa.

Foto: Lisandro Garcia/Divulgação

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